João Anatalino

A Procura da Melhor Resposta

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A VINGANÇA DA CHINA E AS PREVISÕES DE NOSTRADAMUS

 

“De Maison sept par mort mortelle suite,(Das Sétimas Nações pelas mortes que se seguiram)/ Glesle, tempeste, pestilent mal, fureurs; ( Bombas, tempestades, pestilências, fúria)/ Le Roy d’Orient d’ Ocident tous em fruit,(O rei do Oriente porá em fuga os do Ocidente/” Subjuguera ses jadis conquereus (Subjugando seus antigos conquistadores”). Nostradamus, presságio 40- junho 1552- Tradução livre do autor.

 

Na centúria acima mencionada Michel de Nostradamus, o famoso vidente que, supostamente, teria antecipado a grande maioria dos fatos históricos que viriam a ocorrer, pelo menos até o ano 2000, parece estar profetizando o que está acontecendo exatamente nestes nossos dias. Aqui ele fala de uma potência oriental que subjugará as potências ocidentais, usando armas químicas (como o vírus do Covid), bombas (como o mísseis intercontinentais apresentados no último desfile), cataclismos climáticos como os que estamos vivendo ultimamente e o ódio, como o que está sendo disseminado hoje entre as facções políticas. Não falta quem diga que ele também previu a terceira guerra mundial que parece se aproximar cada vez mais com o acirramento da polarização entre as duas ideologias que hoje dominam o espirito da humanidade e que são representadas pelos Estados Unidos, de um lado, e pela China, de outro.

Nostradamus usou os métodos da Cabala para escrever suas profecias. O método cabalista, por ser baseado num sistema que combina letras e números, permite que cada palavra escrita nesse sistema seja interpretado de diversas maneiras. Daí o fato de muitas das suas previsões serem tomadas como antecipações de acontecimentos que marcaram a história da humanidade, como as duas guerras mundiais, a ascensão e queda do nazismo, a explosão da bomba atômica, o assassinato de John F. Kennedy, e agora a ascensão da China como potência mundial, entre outros.

A China, como sabemos, durante o século XIX e parte do século XX foi dominada e explorada pelas potências ocidentais. Só conseguiu se livrar desse jugo depois da segunda guerra mundial com a revolução liderada por Mao Tse-Tung. Desde então começou um processo de modernização e desenvolvimento tecnológico impressionante, que em menos de meio século a colocou em segundo lugar entre as potências mundiais, só superada, no momento, pelos Estados Unidos.

A previsão dos estudiosos dessas matérias é a que dentro de vinte anos ou menos, os chineses superarão inclusive os americanos. Esse é o grande dilema vivido por Donald Trump e seus seguidores. E justifica todas as medidas impopulares e temerárias que ele vem tomando.

Cabe lembrar, nesse contexto, um outro escritor que previu algo parecido. Falamos do romancista indiano\inglês George Orwell e do seu sinistro romance “1984”, que fala de um mundo controlado por um sistema eletrônico(tipo Internet) chamado Big Brother, que observa e controla todas as pessoas e seus movimentos. Esse romance descrevia também um mundo politicamente dividido entre duas ideologias radicais (supostamente o capitalismo ocidental e o comunismo oriental), envolvidas em eterna guerra, que era constantemente orientada por uma mídia controlada.

Ao que parece, tanto Nostradamus quanto Orwell só erraram nas datas. Nostradamus não deu pista de quando suas profecias ocorreriam, mas supõe-se que seria por volta do fim do século XX. Já Orwell cravou o ano de 1984, um tanto atrasado, diríamos, mas ele escreveu o seu sombrio romance em 1949, no momento mais crítico da guerra fria entre o Ocidente e a União Soviética, e o tempo, como dizem os teóricos da mecânica quântica, não é linear, o que dificulta a identificação da posição de um evento na régua temporal.

Como diz um velho ditado, não creio em bruxas, mas que elas existem, existem. E pelo que está acontecendo hoje no nosso velho e conflituoso planeta e a se inferir pelo que rola na cabeça dos nossos principais líderes políticos, não posso deixar de pensar que talvez esses profetas do apocalipse não tivessem, por alguma fórmula só inteligível aos especialistas nas artes taumatúrgicas, feito algumas viagens ao futuro para de lá voltarem com tantas e tão aproximadas previsões de fatos que estão ocorrendo justamente agora.

Talvez seja por isso que o Elon Musk começou a gastar sua fortuna construindo espaçonaves para levar gente para fora deste planeta. Se pudesse, esse é um exemplo que eu iria seguir bem depressa. Se alguém como ele está preocupado com isso é porque algum motivo há.    

João Anatalino
Enviado por João Anatalino em 04/09/2025
Alterado em 04/09/2025


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